Bruna Gomes decidiu aceitar o desafio e entrar na nova edição do ‘Big Brother’, logo após sair com o terceiro lugar do ‘Big Brother Famosos’.
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Recentemente a concorrente brasileira teve direito a uma mega surpresa do namorado, Bernardo Sousa, que desceu ‘pelos céus’, numa grua.
Neste sábado, dia 07 de maio, Bruna Gomes voltou a ser surpreendida mas desta vez, pela família do piloto, que enviou um avião onde assumiu estar a apoiar a influencer.
O avião trazia a seguinte mensagem: “Bru de braços abertos para ti ❤️ Família do Ber” – e a brasileira ficou ‘encantada’: “Ai, mentira. Que lindo. Ai que gracinha. Que fofo, obrigada”.
Catarina Siqueira ficou entusiasmada e atirou: “Tem casamento, tem casamento… grande espetáculo!” – Bruna Gomes aproveitou e assumiu: “Saudade Bernardo, saudade”.
O príncipe Harry, Meghan Markle e o príncipe André não irão subir à varanda do Palácio de Buckingham nas celebrações do Jubileu de Platina.
Conforme noticia a imprensa internacional, a varanda, de onde os membros da realeza acenam ao público, ficará apenas reservada aqueles que trabalham a tempo inteiro para a monarquia.
Fontes revelaram que a decisão foi uma resposta ao comportamento dos duques de Sussex desde que deixaram Inglaterra em 2020.
Minutos após ter sido revelada a decisão do palácio, Harry e Meghan confirmaram que iriam estar presentes nas celebrações, após meses de indecisão.
O príncipe André, filho da rainha, também não será visto na varanda. O escândalo sexual em que se viu envolvido e as muitas polémicas motivaram a decisão.
Desta forma, apenas as seguintes pessoas serão vistas na varanda: o príncipe Carlos e a mulher, Camilla, o príncipe William, Kate Middleton e os filhos do casal, o príncipe Eduardo, a mulher, Sofia, e os filhos, a princesa Ana e o companheiro, Timonthy Laurence, os duques de Gloucester, o duque de Kent e a princesa Alexandra.
As comemorações do Jubileu de Platina, ou seja, dos 70 anos de Isabel II no trono, acontecerão entre o dia 2 e 5 de junho.
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Cristina Ferreira e Bernardo Sousa já revelaram o destino da viagem a que deram início na manhã desta sexta-feira. A apresentadora e o piloto de automóveis estão na Madeira, onde parecem estar prestes a começar uma nova aventura.
A diretora de ficção e entretenimento da TVI aceitou o desafio e colocou-se 'nas mãos' de Bernardo, que é como que diz: Cristina vai ser conduzida pelo piloto de ralis dentro de um carro de competição.
"Rezem por mim", declarou a comunicadora ao partilhar na rede social Instagram as imagens que marcaram o início da aventura.
Clique para o lado na partilha abaixo para ver todas as imagens:
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Simone de Oliveira recebeu o Prémio Carreira e obteve a grande ovação da noite.
Um disco ao vivo de Jorge Palma, como melhor álbum, e "Onde Vais", de Bárbara Bandeira e Carminho, como canção do ano contam-se entre os vencedores da 4.ª Edição dos Prémios da Música Portuguesa Play, que voltaram esta quinta-feira ao Coliseu dos Recreios, com público e sem restrições. Entre momentos marcantes, duetos inéditos e reencontros, durante mais de três horas e sob a batuta de Filomena Cautela foram sendo revelados os nomes que mais se destacaram no panorama musical em Portugal, durante o ano que se passou.
46 nomeados, em 13 categorias, competiam por distinções naquela que já é considerada a grande festa da música portuguesa. As fadistas Gisela João e Ana Moura, com três nomeações, lideravam as expetativas numa gala onde as escolhas recaíam sobre álbuns e temas editados entre o final de 2020 e de 2021.
A cerimónia começou com um crowd surfing simulado da apresentadora Filomena Cautela, como forma de assinalar e celebrar o regresso daquela que é, frisou, a verdadeira "alma", dos espetáculos ao vivo: o público. As hostes musicais foram logo depois abertas com um dos muitos encontros icónicos ou inéditos que marcaram a gala; Nenny com Ana Moura, num medley-dueto de vários temas de ambas, incluindo os nomeados "Tequila" e "Andorinhas".
Capicua e o ator João Reis estrearam a entrega dos galardões, com a artista a falar de sororidade antes de introduzir a categoria de Melhor Artista Feminina. Ana Moura arrebatou a distinção, deixando para trás Gisela João, Bárbara Tinoco e Nenny. "Eu tenho perseguido a vontade de que todos nós podemos encontrar o nosso caminho, definir novas regras e isto faz-nos acreditar que todos podemos chegar a um determinado sucesso, seja ele qual for", frisou em palco a fadista.
Num Coliseu disposto com mesas para os nomeados e performers, lugares em pé num "fosso" junto ao palco para ambiente de concerto e ainda bancadas com convidados, Filomena Cautela e a co-apresentadora Carolina Torres lideraram sempre em movimento entre entrevistas a músicos. Pelo meio, vinham mais prémios: o Play de Melhor Artista Masculino foi entregue a Dino D'Santiago - com ele concorriam Tony Carreira, António Zambujo e Camané, a quem o vencedor disse ser uma honra partilhar as nomeações. "Aqui toda a gente é parente", cantou do seu "Esquinas".
Carlão e a atriz Victoria Guerra trouxeram o resultado do prémio do júri dos Play para Melhor Grupo a The Black Mamba, num dos mais aguerridos troféus, disputado também pelos Moonspell, Os Quatro e Meia e Wet Bed Gang. O prémio de Melhor Videoclipe seguiu-se: "Andorinhas", de Ana Moura, realizado por André Caniços saiu vitorioso. Um vídeo que é uma "homenagem à liberdade" salientou a fadista. Na categoria de Melhor Álbum Jazz, ganhou "Unlimited Dreams", de João Lencastre's Communion, enquanto "Horas Vazias", de Camané, venceu o prémio de Melhor Álbum Fado. O Prémio Lusofonia foi entregue a "Jeito Alegre de Chorar", de Paulo Flores.
Anselmo Ralph e Manuel Moura dos Santos entregaram o Prémio da Crítica a Dino D'Santiago. Cláudia Pascoal, que recebeu no ano passado o prémio Revelação, entregou com o médico Gustavo Carona o galardão de Artista Revelação a Eu.Clides. O Melhor Álbum de Música Clássica/Erudita foi atribuído a "Portuguese Music for Piano Duo", de Luís Duarte e Lígia Madeira.
Quase no final, o Melhor Álbum do ano que terminou foi, para o júri dos Play, "70 Voltas ao Sol" de Jorge Palma, que não esteve presente, deixando um agradecimento gravado. Surpresa até ao fim, o Prémio Carreira foi então entregue a Simone de Oliveira, que recebeu a maior ovação da noite. "Não estava à espera de mais esta coisa bonita que vocês me ofereceram", disse a artista. "Adorei todos os prémios que foram entregues (...). e não sei se voltarei aqui, mas espero que vocês continuem a achar que a música portuguesa vale a pena", salientou ainda.
Quanto aquele que é talvez o mais cobiçado galardão da noite - a Vodafone Canção do Ano é o único prémio votado pelo público - a escolha não surpreendeu: "Onde Vais", de Bárbara Bandeira feat. Carminho, que só no YouTube tem já mais de 9 milhões de visualizações, foi o vencedor. "Para mim, o maior prémio é eu ter tido a oportunidade de trabalhar com uma artista tão incrível como a Carminho", disse em palco Bárbara Bandeira, agradecendo o voto do público.
Os duetos
Intercalados com os prémios, foram então acontecendo aqueles que se tornariam os pontos altos da noite: entre galardões, atuavam duetos únicos, especialmente criados para o evento. Depois de Nenny e Ana Moura, The Black Mamba com o guitarrista André Fernandes, vencedor do melhor álbum de jazz do ano passado, trouxeram um momento com coro e dançarinos saído, na estética e na groove, diretamente dos anos 70; enquanto Paulo Flores e Sara Correia mostraram uma música nova e inédita composta pelo artista.
Dino D'Santiago e os históricos Monte Cara encheram o palco para uma reinterpretação, em Dia da Língua Portuguesa, de algumas das músicas mais icónicas da língua, de "Desfolhada" a "Vou Levar-te Comigo", passando por "Estou Além". Um dos momentos altos da noite.
O tema nomeado "Borboletas" entoado por Gama, Piruka e Jimmy P foi claramente um dos favoritos do público mas o lado épico ficou para a atuação de Dulce Pontes com os Moonspell, num medley de "Porque" e "In Tremor Dei". Camané atuou depois com Agir e os coros Ricercare e Coro Ucraniano da Igreja Greco-Católica de Lisboa perante um cartaz onde se lia "Havemos de nos ver outra vez", com as bandeiras de Portugal e da Ucrânia lado a lado. Bárbara Bandeira e Carminho, numa gravação devido à impossibilidade da presença da fadista, foram o mais provável dos duetos e no final, depois entregues todos os prémios, uma "atuação surpresa" juntou Frankie on The Guitar com Ivandro e Slow J.
Vencedores dos Prémios Play 2022
Melhor Artista Feminina
Ana Moura
Melhor Artista Masculino
Dino D"Santiago
Melhor Grupo
The Black Mamba
Melhor Videoclipe
"Andorinhas", Ana Moura realizado por André Caniços
Melhor Álbum Jazz
"Unlimited Dreams", João Lencastre"s Communion
Melhor Álbum Fado
"Horas Vazias", Camané
Prémio Lusofonia
"Jeito Alegre de Chorar", Paulo Flores
Prémio da Crítica
Dino D'Santiago
Artista Revelação
Eu.Clides
Melhor Álbum Música Clássica/Erudita
"Portuguese Music for Piano Duo", Luís Duarte e Lígia Madeira
Melhor Álbum
"70 Voltas ao Sol (Ao Vivo com Orquestra)", Jorge Palma
A maior perda de subscritores da Netflix em dez anos já está a ter efeitos reais nas decisões da plataforma de streaming. A empresa decidiu cancelar a série infantil de animação idealizada por Meghan Markle, intitulada provisoriamente de "Pearl". A produção estava em desenvolvimento, de acordo com o Deadline, que considerou a atitude "um fluxo real indesejável".
A série infantil pensada pela duquesa de Sussex foi anunciada em julho de 2021 e, segundo a sinopse divulgada, iria acompanhar as aventuras de uma menina de 12 anos que, de acordo com Megan Casey, responsável pelas produções de animação da Netflix, “aprende a assumir o seu próprio poder quando embarca nesta aventura heróica e encontra ao longo do caminho várias mulheres importantes da história”, citada pelo Observador.
Meghan Markle estava entusiasmada para o projeto e assumia-se até emocionada, uma vez que a protagonista da série serviria de exemplo para muitas jovens: "Tal como muitas meninas na sua idade, a nossa heroína Pearl está numa jornada de autoconhecimento ao mesmo tempo que tenta lidar com uma série de desafios do dia a dia”, afirmou numa entrevista dada ao The Hollywood Reporter.
Markle, David Furnish (“Rocketman” e “Sherlock Gnomes”), Carolyn Soper (“Tangled”), Liz Garbus (“I’ll Be Gone in the Dark”) e Dan Cogan (“Icarus”) seriam os produtores executivos da série, a primeira de animação com o selo Archewell Productions, a produtora dos duques de Sussex que, em setembro de 2020 ,assinaram contrato com a Netflix.
A empresa ainda não prestou declarações sobre a decisão da plataforma de streaming. A série de animação “Pearl” poderá ficar por caminho ou ser produzida por outra plataforma. Meghan Markle também ainda não reagiu publicamente à novidade.
A Netflix já tinha anunciado, entre outras estratégias, cortes no investimento de conteúdos perante a perda de 200 mil subscritores no primeiro trimestre de 2022. Além de "Pearl", também já cancelou outras duas séries infantis de animação que estavam em desenvolvimento: "Dino Daycare" e "Boons and Curses".
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A espera foi longa mas o momento tão antecipado aconteceu. Conforme revelou Cristina Ferreira na gala de ontem do Big Brother – Desafio Final, Bernardo Sousa surpreendeu Bruna Gomes na casa mais vigiada do País na abertura do Diário desta segunda-feira, dia 2 de maio.
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O piloto recriou um dos momentos icónicos da primeira edição do Big Brother e, à semelhança de Marco Borges, sobrevoou a casa da Malveira suspenso por uma grua para beijar a amada que conheceu justamente na participação de ambos na anterior edição do reality show.
Ao ser surpreendida pelo namorado, Bruna Gomes não escondeu a emoção e desabou em lágrimas perante a surpresa: “Amo-te!”, atirou a brasileira em lágrimas. “Não desistas“, afirmou Bernardo Sousa.
Carlos Tê, autor de várias letras de canção de Rui Veloso, falou sobre o fim da sua parceria com o músico. "As coisas acabam naturalmente. Foram 25 anos, é muito tempo", frisou à revista Sábado.
Na entrevista, o músico sublinhou que houve "uma certa saturação e as coisas perdem a sua frescura". "Não adianta insistir numa coisa em que já foi feito quase tudo e em que eu não acredito muito. A música popular teve o seu apogeu e agora perdeu a sua centralidade", defendeu.
"Excetuando o primeiro disco, em que tive uma participação só ao nível da escrita, nos outros sempre estive muito perto do estúdio. Fazer discos dessa maneira implica passar a vida a correr para Lisboa. Só mesmo quando se é novo! Era um bocado heroico", afirmou à revista.
Para Carlos Tê, não há relações felizes para sempre "em lado nenhum". "Não sei porque é que haveria de haver aqui", rematou.