Ana Garcia Martins completou 42 anos de vida na passada sexta-feira, 6 de janeiro, e acabou por começar as celebrações no Estádio da Luz, onde viu o seu Benfica bater o Portimonense por uma bola a zero, como de resto aqui contámos.
No entanto, e como já vem sendo hábito, a influenciadora reuniu um conjunto restrito de amigos no hotel Sheraton, em Lisboa, na noite deste sábado, 7 de janeiro, para uma festa de arromba.
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Ao longo da noite a “Pipoca Mais Doce” foi partilhando alguns registos da festa, e apontou um detalhe. Com uma fotografia das carteiras (de luxo) das amigas, confessou que estariam “em jogo” mais de 100.000€.
“100k em carteiras”, escreveu a influenciadora na legenda da publicação, mostrando depois vários momentos altos da festa. Veja o vídeo em baixo:
No seu livro de memórias, 'Spare' ('Na Sombra'), o príncipe Harry faz diversas revelações acerca dos bastidores da família real britânica e uma delas é referente ao pai, o rei Carlos III.
Segundo o duque de Sussex, o monarca ter-lhe-á dito que não "havia dinheiro suficiente" para sustentar a companheira, Meghan Markle.
Na altura, Carlos III referiu que "já tinha de pagar" muito para apoiar o filho mais velho, o príncipe William e a mulher, Kate Middleton.
"O pai não sustentava o Willy [Will], a mim, ou às nossas famílias como um ato de generosidade", alega o príncipe de 38 anos. "Era essa a função dele. Era esse o acordo", esclarece.
Harry escreve que ele e o irmão "concordaram em servir a monarquia", permanecendo numa "gaiola dourada", e em troca eram apoiados financeiramente.
Contudo, o duque de Sussex acabou por perceber que o problema não seria o dinheiro, mas sim a popularidade crescente de Markle.
"O pai pode até ter temido o aumento dos custos para nos sustentar, mas o que ele realmente não conseguiu suportar foi alguém novo a dominar a monarquia, a conquistar os holofotes, alguém brilhante e novo que tinha chegado e que o estava a ofuscar", defende.
Recorde-se que quando deixaram de fazer parte do núcleo senior da família real, em 2020, Harry e Meghan tornaram-se financeiramente independentes. Harry chegou a revelar que ele e a mulher apenas conseguiram manter o seu nível de vida graças à herança que tinha da mãe, a princesa Diana, de 13 milhões de dólares.
A este valor juntaram-se os 100 milhões de dólares que arrecadaram com a série documental que gravaram para a Netflix ('Harry e Meghan') e os 25 milhões de dólares com podcast de Markle para o Spotify.
Miguel Vicente e Bárbara Parada decidiram reagir em conjunto aos recentes ‘dramas’ envolvendo os seus apoiantes desde que saíram do Big Brother. Num story de Instagram publicado esta sexta-feira, dia 6 de janeiro, o casal deixou ainda um ‘recado’.
“Aproveito agora para dizer eu e o Miguel: por favor malta, não se chateiem por nós, nós estamos os dois muito felizes, não vale a pena inventar coisas…“, afirmou Bárbara Parada, isto depois de se ter gerado alvoroço entre os fãs do casal pelo ‘conflito’ de horários a respeito do live entre Miguel Vicente e Cinha Jardim, por coincidir na mesma altura da entrevista da nortenha no programa ‘Goucha’.
Miguel Vicente também decidiu intervir e deixou uma mensagem aos fãs no mesmo sentido que a namorada: “Estamos juntos e estamos juntos com vocês. Juntos somos mais fortes“, afirmou.
O príncipe Harry, que mantém uma relação tensa com família real britânica, acusa o irmão William de o ter atacado fisicamente, atirando-o ao chão durante uma discussão em 2019, noticiou o jornal The Guardian.
Harry e a mulher, Meghan Markle, abandonaram as funções reais em 2020, numa cisão altamente mediatizada nos dois lados do Atlântico.
Desde então, o casal, que vive nos Estados Unidos, tem criticado publicamente a família real em várias ocasiões, em entrevistas e num recente documentário na plataforma Netflix.
No livro "O Substituto", que será publicado no dia 10 deste mês, Harry diz ter sido fisicamente atacado pelo irmão mais velho, William, durante uma discussão em Londres em 2019, de acordo com diário britânico.
Prince Harry's memoir Spare comes out on 10 January - with publisher Penguin Random House promising "raw, unflinching honesty".@SkyKatieSpencer reports https://t.co/wrCt3FEFJD
Durante a altercação, o príncipe, de 38 anos, acusou William de chamar a Meghan mulher "difícil [e] rude", antes de o tom subir com outros insultos.
"[Depois, William] agarrou-me pelo colarinho (...) e deitou-me ao chão,", afirma Harry, citado pelo The Guardian, que obteve na quarta-feira um excerto do livro.
"Aterrei na tigela do cão, que se partiu nas minhas costas", acrescentou o príncipe, dizendo que permaneceu no chão "atordoado", antes de pedir ao irmão para sair.
William então "pediu desculpa", adiantou.
A altercação terá deixado Harry, quinto na linha de sucessão ao trono, com "arranhões e contusões".
O príncipe Harry disse que queria "restabelecer a ligação" com o pai, o rei Carlos III, e o irmão, mas a pacificação das relações parece estar ainda distante.
Num documentário lançado na Netflix em dezembro, o casal acusou a família real de mentir e de não os proteger, com Harry a apontar ainda o dedo ao irmão, acusando-o de lhe ter gritado numa reunião familiar em 2020, na presença de Isabel II.
Harry e Meghan acusaram também William e a mulher, Kate Middleton, de estarem na origem da cobertura negativa da imprensa por quererem "o protagonismo".
Em março de 2021, acusaram a família real de insensibilidade e racismo, numa entrevista.
A família real britânica encontra-se num período de transição, após subida ao trono de Carlos III, na sequência da morte de Isabel II a 8 de setembro.