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Friday, September 9, 2022

Fotogaleria. Rei Carlos III surpreendido por beijo na bochecha e recebido por milhares em Buckingham - Observador

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Filhos de Harry e Meghan tornam-se príncipe e princesa com a morte da rainha (mas o novo rei ainda pode mudar isto) - CNN Portugal

A não ser que Carlos III mude os protocolos, Archie e Lilibet, filhos dos duques de Sussex, tornam-se príncipe e princesa

A morte da rainha Isabel II determina que Archie Mountbatten-Windsor e Lilibet Mountbatten-Windsor, os filhos de Harry e Meghan, duques de Sussex, se tornam príncipes, pelo menos até que o rei Carlos III decida alterar os protocolos - se o quiser fazer.

Em entrevista com Oprah Winfrey, no ano passado, Meghan sugeriu que Archie não era príncipe porque o título lhe tinha sido negado por uma questão racial. 

A mulher de Harry disse mesmo que ficou em choque quando lhe foi dito que Archie não teria proteção policial porque não tinha título e sugeriu que a decisão estava relacionada com atitudes racistas: "Houve várias preocupações e conversas sobre o quão escura seria a pele dele quando nascesse", contou a ex-atriz a Oprah.

Nesta mesma entrevista, os duques de Sussex revelaram que esperavam que fosse dado a Archie - na altura, Meghan estava grávida e Lilibet ainda não tinha nascido - o título de príncipe quando Carlos subisse ao trono, mas que tinham sido informados de que os protocolos iriam ser alterados de acordo com o desejo do então futuro rei, que pretendia uma casa real mais reduzida e com menos membros. Por esta razão, Archie não teria o título de príncipe nem de Sua Alteza Real.

De acordo com os protocolos estabelecidos pelo rei George V em 1917, os filhos e netos de um soberano britânico recebem automaticamente o título de Sua Alteza Real e de príncipe ou princesa. Quando nasceu, Archie era, no entanto, o bisneto da rainha. Mas, para o impedir de se tornar príncipe, o rei Carlos III teria agora de emitir uma Carta Patente retificando o seu direito de se tornar príncipe, aplicando-se o mesmo procedimento para Lilibet.

Quando foi questionada por Oprah se Archie ser um príncipe era importante para ela, Meghan respondeu apenas: "Se significar que ele estaria seguro, então claro".

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Thursday, September 8, 2022

Esta é a linha de sucessão ao trono britânico - SAPO Lifestyle

A lei, que priorizava os filhos homens sobre as mulheres, foi abolida em 2011, mas aplica-se a todos aqueles que nasceram antes desse ano.

A linha sucessória é extremamente longa. Por exemplo, o atual rei de Espanha, Felipe VI, ocupava por sangue o posto 567 numa lista elaborada em 2011, mas não poderia assumir a coroa por ser católico (os reis ingleses são chefes da Igreja da Inglaterra, criada após um cisma com o Vaticano).

Confira, de seguida, os primeiros membros na linha de sucessão, que sofreu alterações com a ascensão ao trono de Carlos.

1. Príncipe William, duque de Cambridge (primogénito de Carlos e Diana, neto da rainha, nascido em 1982)

2. Príncipe George de Cambridge (primogénito de William e Catherine, bisneto da rainha, nascido em 2013)

3. Princesa Charlotte de Cambridge (filha de William e Catherine, nascida em maio de 2015)

4. Príncipe Louis de Cambridge (filho de William e Catherine, bisneto da rainha, nascido em 2018)

5. Príncipe Harry, duque de Sussex (filho de Carlos e Diana, neto da rainha e irmão de William, nascido em 1984)

6. Archie, filho de Harry e Meghan (nascido a 6 de maio de 2019)

7. Lilibet Diana, filha de Harry e Meghan (nascida a 4 de junho de 2021 nos Estados Unidos)

8. Príncipe André, duque de York (segundo filho da rainha, nascido em 1960)

9. Beatrice de York (filha de André e Sarah, neta da rainha, nascida em 1988)

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Isabel II em Portugal. As duas visitas de Sua Majestade a Lisboa e ao Porto - SAPO Lifestyle

1957: A primeira visita

Às 15:20 do dia 16 de fevereiro de 1957 aterrava, na Base Aérea do Montijo, a rainha Isabel II. Naquela que foi a sua primeira visita a Portugal, tinha à sua espera, entre diversas figuras do Governo português, o príncipe Philip. A chegada do duque de Edimburgo a Portugal foi feita por via marítima, que chegou nessa manhã à Reserva Natural do Estuário do Sado no Iate Real “Britannia”, vindo de Gibraltar.

"Eram 7 e 15 quando o comandante Laurindo dos Santos subiu para bordo do iate real a umas duas milhas do mar da barra do Sado", refere o jornal Diário de Lisboa sobre o encontro do duque com o capitão do Porto de Setúbal que lhe deu a conhecer um pouco sobre o município e alguns dos principais pontos turísticos por onde passaram, como é o caso do Castelo de São Filipe, que partilhava o seu nome. "O marido da Rainha achou muito engraçada a coincidência e disse que até naquele pormenor Setúbal quisera ser amável para com ele." (1957), "Diário de Lisboa", nº 12284, Ano 36, Sábado, 16 de Fevereiro de 1957, Fundação Mário Soares / DRR - Documentos Ruella Ramos, Disponível HTTP: https://ift.tt/kPJDfnz (2022-2-8)

Recorde-se que esta viagem até terras lusas foi uma espécie de reencontro para Isabel e Philip que estavam há quatro meses sem se ver. Antes de rumarem até à capital para dar início à sua visita oficial - que teve lugar de 18 a 21 de fevereiro - , o casal real pernoitou duas noites em Setúbal a bordo do iate real. Apesar do seu caráter informal, segundo a imprensa da época foram muitas as pessoas que quiserem ver de perto Sua Majestade que aproveitou a ocasião para dar um passeio pelas redondezas e conhecer o município.

"Quando ontem, pela noite, chegámos a Setúbal não havia outro motivo de conversas que não fosse a visita régia «nos cafés», nos restaurantes, em todos os centros de cavaco e nas ruas. É que, Isabel II será o primeiro chefe de Estado estrangeiro que, mesmo a título particular, visita a cidade de Setúbal". (1957), "Diário de Lisboa", nº 12284, Ano 36, Sábado, 16 de Fevereiro de 1957, Fundação Mário Soares / DRR - Documentos Ruella Ramos, Disponível HTTP: https://ift.tt/kPJDfnz (2022-2-8)

Na manhã de 18 de fevereiro de 1957, Isabel II chegou ao Cais das Colunas a bordo do bergantim real, uma embarcação portuguesa que atualmente pertence ao Museu da Marinha e que foi utilizada para a ocasião. No Terreiro do Paço foi recebida pelo Presidente da República, Craveiro Lopes, a primeira-dama, Berta Craveiro Lopes, e pelo Presidente do Concelho, António de Oliveira Salazar, onde assistiu a um desfile militar.

"E o desfile militar começa admirável, magistral, de cadência, de porte heroico, a guarda de honra, a Marinha, tropas de terra, alunos do Colégio Militar, pequeninos soldados, admiráveis de aprumo, com as suas características barretinas, esquadrões brancos, castanhos, pretos, da G.N.R., levando à frente a sua marcial charanga, batendo as baquetas, sonoramente, nos tambores enormes", relatou o Diário de Lisboa sobre os momentos que antecederam o cortejo real que percorreu as principais ruas da baixa lisboeta apinhadas de gente. Para a ocasião foi utilizada a Carruagem da Coroa, uma viatura do século XIX, e vários landaus que atualmente estão em exposição no Museu dos Coches. (1957), "Diário de Lisboa", nº 12286, Ano 36, Segunda, 18 de Fevereiro de 1957, Fundação Mário Soares / DRR - Documentos Ruella Ramos, Disponível HTTP: https://ift.tt/VenxYfp (2022-2-8).

O percurso contou apenas com três paragens: a primeira no Parque Eduardo VII, a segunda para um almoço em Queluz e a última para uma visita a Belém, onde Sua Majestade foi presenteada pelo presidente da República com um cavalo de raça portuguesa."- Como se chama? – pergunta Isabel em francês. - Ainda não tem nome… - acode também em francês o general Craveiro Lopes. – Ou antes, tem dois, á escolha… «Buçaco», o que já tinha, e que lembra as guerras peninsulares em que as armas inglesas e portuguesas se uniram contra o inimigo comum, e «Douro», que podia ser agora uma homenagem ao rio português que banha a região dos vinhos do Porto… Isabel volta-se para seu marido com um sorriso iluminado. Utiliza agora o idioma pátrio: - Penso que «Douro» será, talvez, melhor, não é verdade?" (1957), "Diário de Lisboa", nº 12287, Ano 36, Terça, 19 de Fevereiro de 1957, Fundação Mário Soares / DRR - Documentos Ruella Ramos, Disponível HTTP: https://ift.tt/e1fRiMh (2022-2-9)

Nessa noite realizou-se ainda um banquete de gala e uma receção oficial no Palácio Nacional da Ajuda oferecida por Craveiro Lopes e que teve direito a música clássica.

No itinerário da visita oficial de Isabel II foram integrados alguns dos locais mais emblemáticos de Lisboa. No segundo dia Sua Majestade ficou por Lisboa, tendo visitado o bairro do Restelo, o Mosteiro dos Jerónimos e o Museu dos Coches. Após o duque de Edimburgo ter aproveitado para conhecer o navio-escola Sagres e a fragata D. Fernando II, o casal almoçou na Câmara Municipal de Lisboa. À noite sucedeu-se uma ida ao Teatro Nacional de São Carlos onde assistiram a uma récita de gala, destacando-se o bailado Inês de Castro. A forma como o povo lisboeta recebeu Sua Majestade foi motivo de conversa por parte da soberana, tal como referiu a imprensa portuguesa.

"O entusiasmo da população surpreendeu-a e só encontrou um paralelo para as manifestações de que foi alvo e para a grandiosidade de que se revestiu a recepção: evocou o cortejo da Coroação em Londres, como a única manifestação pública que se podia comparar á imponência e ao brilho da recepção em Lisboa." (1957), "Diário de Lisboa", nº 12287, Ano 36, Terça, 19 de Fevereiro de 1957, Fundação Mário Soares / DRR - Documentos Ruella Ramos, Disponível HTTP: https://ift.tt/e1fRiMh (2022-2-11)

A 20 de fevereiro, Isabel II e Philip deslocaram-se até à Nazaré, tendo-se seguido uma visita a Alcobaça e à Batalha, onde tiveram a oportunidade de visitar os respetivos mosteiros das cidades. O terceiro dia terminou com uma passagem pela Lezíria e um jantar a bordo do "Britannia" oferecido por Sua Majestade.

"Duzentos campinos de várias casas de lavoura fizeram a saudação á rainha em vibrante cavalgada e agitando os pampilhos, seguindo-se uma exibição de apartação de touros e danças regionais por grupos folclóricos ribatejanos. Meia hora durou a festa com que os lavradores ribatejanos e alentejanos se quiseram somar ás homenagens á régia visitante, servindo-se depois um «chá» com doces regionais", podia ler-se num dos jornais da época. (1957), "Diário de Lisboa", nº 12288, Ano 36, Quarta, 20 de Fevereiro de 1957, Fundação Mário Soares / DRR - Documentos Ruella Ramos, Disponível HTTP: https://ift.tt/vu1Azhi (2022-2-11)

No dia 21, data da sua partida para Londres, Isabel II e o príncipe Philip ainda rumaram ao Porto. Numa visita relâmpago de três horas, tiveram a oportunidade de visitar o Palácio da Bolsa e a Feitoria Inglesa. "E à saída [da Feitoria Inglesa], para corresponder ao desejo da cidade de que tanto a queria ver, Isabel II, sempre acompanhada pelo duque de Edimburgo, preferiu ao automóvel fechado em que viera um carro aberto de transporte de polícias que fora posto à disposição dos jornalistas. Nele regressou ao aeroporto pela Foz e Matosinhos", refere o documentário de 1957 intitulado “A Rainha Isabel II em Portugal” da Cinemateca Portuguesa.

"Quem olhasse hoje atentamente o rosto de Isabel II notar-lhe-ia um leve ar de cansaço. O programa dos actos oficiais é apertado. Ás vezes, detém-se ligeiramente, interrogando este, querendo saber daquele. Mas, mesmo assim, não cumpre os desejos que pusera á margem do programa oficial: uma visita ao Instituto Britânico, uma visita a Elizabeth School, de que é patrona, uma visita á sede dos Inglesinhos. Impossível. O tempo não é imenso." (1957), "Diário de Lisboa", nº 12289, Ano 36, Quinta, 21 de Fevereiro de 1957, Fundação Mário Soares / DRR - Documentos Ruella Ramos, Disponível HTTP: https://ift.tt/1tj4Fgn (2022-2-11)

1985: A segunda visita

Em 1985, Portugal voltou a receber a rainha Isabel II e o príncipe Philip com toda a pompa e circunstância que um evento real desta magnitude exige. À semelhança da visita anterior, o casal chegou no dia anterior a Setúbal e na manhã de 26 de março rumaram em direção a Lisboa. A bordo de um escaler, Isabel II e o duque de Edimburgo chegaram à Torre de Belém onde foram recebidos pelo presidente da república Ramalho Eanes. Recorde-se que esta vinda a terras portuguesas - que foi antecedida por uma visita do príncipe Philip e de Alexandra de Kent ao Funchal - teve lugar em contextos políticos bastante diferentes, uma vez que Portugal já não era uma ditadura, e ficou marcada pela sua adesão à Comunidade Económica Europeia (CEE), que foi efetivada em junho desse ano.

"No cais [de Alcântara], encontravam-se o Presidente da República e esposa que, após as boas vindas, acompanharam a soberana nos cumprimentos, à escolta a cavalo da Guarda Nacional Republicana. Isabel II tomou depois lugar num «Rolls-Royce» da Presidência da República, e sempre rodeada por efetivos da segurança britânica e portuguesa, dirigiu-se para o Mosteiro dos Jerónimos. Após as honras militares e cumprimentos das personalidades que se encontravam na tribuna de honra, entre as quais o Primeiro-Ministro, ministro dos Negócios Estrangeiros e chefes militares, Isabel II depôs uma coroa de flores no túmulo de Camões." Após a cerimónia de recepção oficial, seguiu-se um almoço no Palácio de Belém. (1985), "Diário de Lisboa", nº 21718, Ano 64, Terça, 26 de Março de 1985, Fundação Mário Soares / DRR - Documentos Ruella Ramos, Disponível HTTP: https://ift.tt/1XMzpdm (2022-2-14)

A noite do primeiro dia ficou marcada pelo banquete oferecido por Ramalho Eanes a Sua Majestade que, durante o seu discurso, surpreendeu os presentes ao citar em português parte do poema "Mar Português" de Fernando Pessoa. "Isabel II recordou o apoio da Grã-Bretanha à adesão portuguesa ao Mercado Comum, dizendo que é com satisfação que a Comunidade encara a «perspectiva de acolher Portugal como um parceiro com muitos pontos em comum», tendo desejado votos de êxito para o processo de negociações com a CEE", disse nessa noite no Palácio da Ajuda. (1985), "Diário de Lisboa", nº 21719, Ano 64, Quarta, 27 de Março de 1985, Fundação Mário Soares / DRR - Documentos Ruella Ramos, Disponível HTTP: https://ift.tt/jaRP7Gf (2022-2-15)

No segundo dia na capital passou pela Estufa fria, localizada no interior do Parque Eduardo VII, onde procedeu à inauguração de um busto do avô Eduardo VII e foi almoçar ao Palácio da Vila, na vila de Sintra, a convite do primeiro-ministro Mário Soares. Da parte da tarde houve ainda tempo para uma passagem por Carcavelos, onde visitou as instalações da St Julian’s School, e por São Bento, onde visitou a Assembleia da República.

De acordo com os jornais da época, a última deslocação de Sua Majestade ficou marcada por quebras protocolares, particularmente "ao visitar a sala de deputados, através da galeria habitualmente destinada aos membros do Governo, e ao ser saudada com uma salva de palmas pelos funcionários do Parlamento – facto inédito." (1985), "Diário de Lisboa", nº 21720, Ano 64, Quinta, 28 de Março de 1985, Fundação Mário Soares / DRR - Documentos Ruella Ramos, Disponível HTTP: https://ift.tt/Z51keqh (2022-2-15)

A noite terminou no Teatro Nacional D. Maria II com uma gala de honra onde Isabel II e Philip assistiram a diversos números musicais preparados especialmente para esta ocasião de Estado. "Cantigas de amigo de D. Sancho e D. Diniz, interpretadas pelo grupo «La Batalla», sob a direcção de Pedro Caldeira Cabral, e três sonatas de Carlos Seixas, interpretadas pela pianista Helena Sá e Costa abriram o programa. Anabela Chaves e Olga Pratts interpretaram, então, uma obra de Luís Costa e Adriano Jordão e Jennifer Smith tocaram três redondilhas de Camões, encerrando a primeira parte do programa. O «Ballet Gulbenkian» com «Danças para uma guitarra», numa coreografia de Vasco Wellenkamp e música de Carlos Paredes encerrou o espectáculo." (1985), "Diário de Lisboa", nº 21720, Ano 64, Quinta, 28 de Março de 1985, Fundação Mário Soares / DRR - Documentos Ruella Ramos, Disponível HTTP: https://ift.tt/Z51keqh (2022-2-15)

No dia 28 o casal real deslocou-se até ao sul do país para conhecer Évora. Nesta viagem, feita a bordo de um comboio especial, Isabel II e Philip passaram por alguns dos locais mais emblemáticos da cidade.

"O casal real e a comitiva chegaram ao fim da manhã de hoje a Évora, onde foram recebidas na câmara municipal daquela cidade. Depois da sessão de boas-vindas, a soberana britânica visitou a Sé e zonas da cidade antiga, tendo ainda assistido a uma exibição da escola portuguesa de Arte Equestre, no Terreiro das Meninas da Graça, finda a qual almoçou na Universidade." (1985), "Diário de Lisboa", nº 21720, Ano 64, Quinta, 28 de Março de 1985, Fundação Mário Soares / DRR - Documentos Ruella Ramos, Disponível HTTP: https://ift.tt/Z51keqh (2022-2-14)

O Porto não voltou a ficar esquecido por Sua Majestade que, no dia da sua partida para Londres, fez questão de fazer uma curta visita à Invicta. A sua primeira paragem foi na Câmara Municipal do Porto, onde se encontrou com o presidente, seguindo-se um almoço na Casa do Infante. Da parte da tarde ainda houve oportunidade para uma passagem pelo Palácio da Bolsa. De acordo com o Arquivo Municipal do Porto, durante esta visita Sua Majestade e o príncipe Philip tiveram a oportunidade de visitar a exposição ‘Os Ingleses e o Porto’.

"À sessão de boas-vindas seguiu-se uma exibição dos ranchos folclóricos. Pouco depois do meio-dia, a comitiva real chegou à Praça da Ribeira, onde decorreu uma saudação de barcos rabelos, no rio Douro, iniciando-se, de seguida, um percurso a pé até à Casa do Infante onde o casal real e comitiva almoçaram." (1985), "Diário de Lisboa", nº 21721, Ano 64, Sexta, 29 de Março de 1985, Fundação Mário Soares / DRR - Documentos Ruella Ramos, Disponível HTTP: https://ift.tt/2xus59Q (2022-2-14)

Nas suas duas vindas a Portugal, a rainha Isabel II e o príncipe Philip ficaram hospedados no Palácio Nacional de Queluz, juntamente com a sua comitiva.

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Rainha Isabel II forçada a adiar reunião por conselho dos médicos - Notícias ao Minuto

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  1. Rainha Isabel II forçada a adiar reunião por conselho dos médicos  Notícias ao Minuto
  2. Rainha Isabel II adia reunião por motivos de saúde  Jornal de Notícias
  3. Rainha Isabel II adiou reunião esta quarta-feira por motivos de saúde. Médicos aconselharam descanso  Observador
  4. Rainha Isabel II "sob supervisão médica", diz porta-voz do palácio  Notícias ao Minuto
  5. Hematoma na mão de Isabel II gera preocupação - mas pode haver uma explicação  SIC
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Rainha Isabel II forçada a adiar reunião por conselho dos médicos - Notícias ao Minuto
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Cristina Ferreira despede-se dos 44 com mudança de visual - SAPO Lifestyle

Foi na véspera do aniversário que Cristina Ferreira surpreendeu os seguidores ao mostrar-se com o cabelo visivelmente mais curto.

Na sua página de Instagram, a apresentadora partilhou algumas imagens em que o destaque vai para a mudança de visual.

"A despedir-me dos 44. Novo cabelo, novo eu", escreveu na legenda das imagens, tendo recebido depois rasgados elogios.

De recordar que Cristina Ferreira completa 45 anos esta sexta-feira, 9 de setembro.

Leia Também: Cristina Ferreira vai celebrar 45 anos com um baile. Eis os pormenores

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A bronca que ninguém podia imaginar! Há um agricultor morto no programa da SIC - Flash

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Rafael e Miguel tentam descobrir o motivo da história do «gato» ter dado confusão - TVI

No Big Brother – Desafio Final, Miguel Vicente iniciou a manhã com uma missão para todos: «Salvar o gato» e repetiu diversas vezes a histór...