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Tuesday, March 30, 2021

COVID-19. Silêncio e escuridão nos clubes noturnos do Porto sem fim à vista - SAPO Mag

Angústia e tristeza são as emoções que andam de mãos dadas com a resiliência e a esperança de Filipe Teixeira, dono do Plano B, um ‘night club’ e ‘art gallery’ localizado na Cândido dos Reis, antiga rua dos tecidos ao lado da Torre dos Clérigos, que, antes da pandemia obrigar ao encerramento, pertencia ao circuito da movida portuense com música ao vivo e exposições artísticas.

Toda a equipa ficou desanimada com a segunda vaga do novo coronavírus, conta Filipe Teixeira. “Ficámos muito em baixo. Nós e o nosso próprio ‘staff’. Ficámos sem perspetiva nenhuma de quando é que poderíamos abrir”.

Hoje, olhando para os néones desligados e para a coleção de estátuas espalhadas pelo chão e pelas prateleiras do bar, Filipe Teixeira, mentor do projeto cultural, promete que, quando for possível, reabrirá sem qualquer alteração, por causa das saudades do espaço tal como é.

Para a reabertura, com uma equipa de cerca de 30 pessoas em ‘lay-off’, a gerência planeia convidar dj residentes e fazer uma festa. Pondera também ter lojas ‘pop up’ durante o dia e concertos, porque é “desperdício” ter tanto espaço fechado ao público durante sete dias por semana, revela o proprietário à Lusa.

"Um ano passou, 12 meses fechados, 52 fins de semana sem dançar. Continuamos por aqui à espera, à vossa espera”, promete o Plano B na página do Instagram. E é mesmo assim que Filipe Teixeira prevê o futuro do Plano B, com uma reabertura, talvez, em dezembro.

A reabertura do Industria, clube noturno com 34 anos de vida, situado no Centro Comercial da Foz do Porto, está também nos horizontes de Rúben Dominguez, diretor artístico e gerente do espaço.

Mal encerrou devido à COVID-19, o Industria recalendarizou o concerto ao vivo do músico britânico Fatboy Slim, consagrado na música eletrónica, para 1 de outubro.

“Temos essa data pincelada no nosso calendário. Um de outubro, uma intenção de abrir”, revelou Rúben Dominguez, consciente de que, se a COVID-19não o permitir, terão de adiar novamente o espetáculo do músico britânico.

“Right here, right now” ("Aqui e agora") é a frase afixada junto ao bar principal do Industria, em honra a uma das canções mais conhecidas de Fatboy Slim, e uma prova de que ainda há esperança para a reabertura do clube, no último trimestre do ano.

Mas o “aqui e agora” do Industria de hoje é só obscuridade e silêncio. Vive-se da saudade dos tempos em que foi um dos palcos do Porto de acolhimento de artistas da música de dança e de música eletrónica de todo o mundo.

A grande bola de espelhos pendurada por cima da pista, que refletiu a vida de milhares de pessoas que ali dançaram nos últimos 34 anos, está hoje suspensa num futuro de incertezas e sem apoios.

“Sentimos uma grande desolação, porque o setor da Cultura em geral é bastante discriminado e a que não se olha com a atenção devida”, defende Rúben Dominguez, considerando que este setor é “posto à margem” pelo Governo, e a “falta de apoio” - a falta de uma “palavra” - é “o mais triste”.

Rúben Dominguez refere que clubes noturnos como o Industria têm um “valor cultural e de entretenimento” para a cidade do Porto, que recebia milhares de turistas.

“Nós éramos uma das grandes valências que a cidade e o país tinha para atrair esse publico [turístico] e, neste momento, não nos dão o devido valor ou o apoio”, desabafa.

Durante o confinamento, o Industria chegou a fazer algumas transmissões em streaming com dj nacionais – o streaming com a dj Diana Oliveira teve um alcance de mais de 50 mil espetadores -, para “entreter as pessoas em casa, numa fase em que foi muito difícil”, mas foram suspensas, porque deixaram de ser “eficazes” e com poucas visualizações, explicou Rúben Dominguez à Lusa.

A maior parte da equipa do Industria ficou sem trabalho por serem trabalhadores com prestação de serviços.

O Pérola Negra, um antigo cabaret e bar de striptease do Porto, na sua terceira fase, em formato de clube noturno com programação cultural regular, também está encerrado há um ano e, apesar de ser “angustiante” e “difícil” ver o mítico espaço do Porto dos anos 70, deserto e às escuras, Hélder Leite, o dono, estima reabrir no final deste ano.

Entre os sofás vermelhos, varões e espelhos que decoram o espaço, Hélder Leite revela que só abre com a chegada da imunidade de grupo.

“Quero acreditar que este calvário está a acabar, mas não sei. Estamos a prepararmo-nos. Entretanto, começámos a tomar diligências a nível de contactos com as agências internacionais que, ao fim e ao cabo, fazem parte do nosso cartaz e da nossa programação cultural”.

O programador cultural do Pérola Negra, Jonathan Teixeira, recorda que 2019 foi um ano de crescimento e que 2020 seria uma fase “muito importante”, porque estavam a ter “muito bom” feedback do público.

“Com a COVID-19 foi um corte bruto. Fomos dos primeiros a assumir uma posição preventiva em relação a isso [à pandemia]. Quisemos proteger o nosso público e fechámos imediatamente depois da nossa última festa, que foi no dia 7 de março com o DJ Seinfeld”, recorda, lembrando que durante a pandemia fizeram um programa de rádio com a SBSR FM, como forma de alimentar a marca.

Agora, o Pérola Negra, através de parcerias com editoras, coletivos, programadores e dj locais e nacionais, tais como Kebraku, Undergarden, Lovers & Lollypops ou SlimCutz ou Turbo, está a tentar reativar tudo.

“Estamos, basicamente, a recuperar tempo perdido. (…) Nós tentámos procurar as pessoas que eram próximas de nós [e traze-las] para dentro da casa [Pérola Negra] novamente, para fazerem parte da estratégia do clube, e agora estamos falar novamente com estes agentes [culturais]”.

O Pérola Negra é um projeto que trabalha para envolver as comunidades culturais da cidade, bem como ter um posicionamento ao nível internacional “interessante a nível do ‘clubbing’ e da componente da música eletrónica, mas não só”, explica Jonhathan Teixeira à Lusa.

A pandemia de COVID-19 provocou, pelo menos, 2.784.276 mortos no mundo. Em Portugal já morreram mais de 16 mil pessoas.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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"Há muito tempo que não sentia tanto amor da vossa parte" - SAPO Lifestyle

Esta segunda-feira, dia 29 de março, ficará para sempre marcada na memória de Cristina Ferreira. A apresentadora abriu as portas da sua nova 'casa' na TVI no âmbito da estreia do novo programa, 'Cristina Comvida'.

Já depois do primeiro 'episódio' e de muitas surpresas, entre elas uma mensagem num avião, a comunicadora fez questão de mostrar a sua gratidão aos seguidores das redes sociais.

"É impossível não vos agradecer. Há muito tempo que não sentia tanto amor da vossa parte. Estou a ler as vossas mensagens. Estou muito feliz. A televisão cumpriu o seu propósito. Mesmo que a dona Adelaide não veja a TVI e não dê audiências a este canal (os problemas que vou ter com ela)", afirmou.

A dona Adelaide, note-se, é uma personagem interpretada por Eduardo Madeira. Neste formato, Cristina conta ainda com a companhia de Rúben Pacheco Correia.

Leia Também: As imagens que marcaram a estreia do novo programa de Cristina Ferreira

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Boicote aos Óscares? Hong Kong não transmitirá cerimónia, apesar da nomeação para Melhor Filme Internacional - SAPO Mag

A cerimónia dos Óscares não será transmitida em Hong Kong pela primeira vez em mais de meio século - confirmou a maior estação local esta segunda-feira (29), enquanto persistem as dúvidas sobre se os principais prémios de Hollywood serão exibidos na China continental.

A decisão surge apesar de "Better Days" ser um dos cinco finalistas na corrida a Melhor Filme Internacional, o que acontece apenas pela terceira vez após as nomeações na categoria em 1991 e 1993.

Lista completa de nomeados aos Óscares

A festa tem sido transmitida em Hong Kong todos os anos desde 1969 pela TVB, na sua versão em inglês. Agora, nenhum canal transmitirá o evento marcado para 25 de abril em Los Angeles.

"Foi uma decisão puramente comercial que nos levou a não acompanhar os Óscares este ano", disse um porta-voz da TVB à Agência France Press.

Mas esta decisão surge após a Bloomberg News ter noticiado, no início do mês, que o Departamento de Propaganda do Partido Comunista de China ordenou aos meios da imprensa estatal que minimizassem os Óscares e não transmitissem a cerimónia em direto.

Acredita-se que o motivo da decisão seja a indicação de "Do Not Split", uma documentário de curta-metragem sobre os protestos pró-democracia de Hong Kong, assim como as quatro nomeações para a realizadora norte-americana de origem chinesa Chloé Zhao por "Nomadland - Sobreviver na América".

Desde então, a imprensa estatal chinesa publica artigos críticos do documentário, enquanto os nacionalistas atacam Zhao nas redes sociais por comentários que fez sobre a China em 2013.

A emissora estatal CCTV, que transmitiu as edições anteriores dos Óscares, ainda não confirmou se mantém a programação deste ano.

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Monday, March 29, 2021

É um pesadelo e uma injustiça: Ana Moura quebra silêncio sobre a morte do irmão - Vidas

O irmão de Ana Moura, Bruno Moura Pereira, perdeu a vida no último sábado, vítima de um despiste de moto. Família está em choque

Ana Moura atravessa os momentos mais delicados da sua vida com a morte do irmão, Bruno Moura Pereira, aos 43 anos, vítima de um acidente de moto, no passado sábado, perto de Coruche, Santarém. Ontem, foi com enorme pesar que a conhecida fadista quebrou o silêncio para agradecer aos fãs o amor que tem recebido desde que a triste notícia foi tornada pública. "Muito obrigada por todas as mensagens de força e carinho. Isto é um pesadelo e uma injustiça muito grande e não temos conseguido agradecer convenientemente. Um beijinho meu e dos meus pais", escreveu no Instagram, partilhando uma fotografia do irmão, de quem era muito chegada.

Acidente fatal
Bruno Moura Pereira, que vivia entre Lisboa e Santarém, terá perdido o controlo da moto KTM em que seguia e esta despistou-se numa curva, na estrada da Lamarosa, no concelho de Coruche, conhecida por ser perigosa e propícia a acidentes. Com o irmão de Ana Moura seguia a namorada, de 49 anos, que sofreu ferimentos e foi transportada para o Hospital de Santarém. No dia seguinte, acabou por ser transferida para uma unidade de saúde em Lisboa, onde permanece livre de perigo.

Num momento dramático, a fadista concentra-se agora no apoio aos pais, de quem sempre foi muito próxima, e da sobrinha adolescente. Ainda sem filhos, a cantora, de 41 anos, sempre revelou o enorme carinho que sentia pela jovem, que é agora uma das suas principais prioridades.

Na altura em que soube da trágica notícia da morte do irmão, recorde-se, Ana Moura encontrava-se a promover, nas redes sociais, o seu mais recente teledisco, ‘Vinte Vinte (Pranto)’, passado num enterro e que pretende homenagear as vítimas da Covid-19.

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Ana Moura quebra o silêncio após a morte do irmão: "Um pesadelo" - Selfie

A fadista Ana Moura mostrou-se de luto, nas redes sociais, após o falecimento do irmão, e deixou uma mensagem de agradecimento aos seguidores.

Faleceu, no passado sábado, dia 27, o irmão de Ana Moura. De acordo com o site "Observador", com confirmação do Comandante dos Bombeiros Municipais de Coruche, Luís Fonseca, Bruno Moura Pereira morreu num acidente de mota, em Foros de Valverde, perto de Coruche.

Entretanto, esta segunda-feira, dia 29, Ana Moura quebrou o silêncio, através do Instagram. "Muito obrigada, por todas as mensagens de força e de carinho. Isto é um pesadelo e uma injustiça muito grandes e não temos conseguido agradecer, convenientemente. Um beijinho meu e dos meus pais", escreveu a fadista, de 41 anos, que publicou, também, uma fotografia do irmão.

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Joana do BB parte a louça toda: O ódio dos comentadores, os inimigos e os seguranças que contratou - Flash

A noite de vitória para Joana foi complicada. A concorrente que venceu mais uma edição do 'Big Brother' garante que foi "seguida por um carro" após ter saído dos estúdios e que tentou despistar quem a seguida fazendo "várias rotundas". Sem êxito, a Beta de Cascais diz que só parou "no posto da GNR". 

Assustados, pois esta não é a primeira vez que Joana diz ter-se sentido ameaçada, garante que anotou a matrícula do veículo e que deu essa informação aos militares da GNR,

Além disso, assegura que contratou mais um segurança. Agora, anda com 3 seguranças, numa altura em que ganhou milhares de euros com a vitória. Quando sai à noite, "que é mais perigoso", vai andar sempre com os 3 seguranças. Quem paga? "Fui eu que arranjei", esclarece. 

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"Fui odiada pelos comentadores, fui queimada nas 13 galas pelos apresentadores… que faziam sempre perguntas tendenciosas", diz, assegurando que lhe fizeram muitas vezes "perguntas retóricas" que, lamenta, "misturavam com a opinião deles". Uma crítica a Teresa Guilherme e Cláudio Ramos. "Eu acho e é uma opinião, que o que eles deviam era fazer perguntas.."

Talvez por isso Joana tenha ficado com poucas ligações na casa. Não querendo falar de Bruno Savate. Já quanto a amizades que ficaram: "A Jessica Fernandes, a Sofia (Sousa), o Edmar, a Sandrina... e posso trocar umas palavras no Instagram com a Helena".

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Qual é a diferença entre "O Programa da Cristina" e "Cristina ComVida"? Cristina explica - MAGG

"Que hora tão bem passada". É esta a frase que Cristina Ferreira quer que os telespectadores digam (ou melhor, sintam) depois de verem uma emissão de "Cristina ComVida". Dois anos e três meses depois de se estrear noutra casa, também ela criada à sua imagem, a apresentadora da TVI volta ao ecrã para um talk show passado entre várias divisões.

A olho nu, e para o telespectador mais desatento, o formato que estreou esta segunda-feira, 29 de março, tem semelhanças com o "O Programa da Cristina", que a apresentadora conduziu nas manhãs da SIC entre janeiro de 2019 e julho de 2020. Mas Cristina faz questão de explicar as diferenças.

"'O Programa da Cristina' exigia uma quantidade de historias que nós não vamos ter aqui. Era um talk show de 3 horas, com 3 partes muito distintas. Uma primeira parte mais disparatada, digamos assim, onde tudo podia acontecer. uma segunda parte com histórias de vida mais intensas e depois tínhamos a terceira parte que era dedicada à atualidade e que só existirá nesta casa se tiver acontecido alguma coisa que nos leve a ter de falar disso", começa por dizer.

Os 60 minutos deste novo programa (uma ideia original da apresentador e do realizador João Patrício, concebida há quase oito anos), continua a também diretora de Ficção e Entretenimento da TVI, assemelham-se mais "a uma novela, a uma sitcom. "Todos os dias isto é um capítulo onde muitas das personagens são as mesmas. Há convidados novos, é certo, mas espero pelo dia a seguir para ver o que acontece naquela casa. Essa é a marca deste programa, onde o humor vai estar muito presente diariamente. E depois pelo facto de a construção ser não num estúdio de televisão mas numa casa", continua.

O objetivo, a vitória do horário de acesso ao prime time, está na mira de Cristina Ferreira. Uma meta difícil, uma vez que esta faixa horária é dominada, há vários anos, pelo concurso da RTP1 "O Preço Certo". "Temos noção que este é um horário muito complicado, é um horário em que as pessoas não estão com total disponibilidade para estarem sentadas. Vamos ser rádio, digamos assim, para quem está a fazer o jantar, a dar banho aos filhos. Mas queremos acima de tudo que as pessoas se divirtam connosco", afiança.

O estúdio-casa do formato de final de tarde da TVI é um espaço 360º sem "frente de cena", como explica o realizador João Patrício. "Isto obriga-nos a todos, equipa técnica, a uma logística, a uma movimentação mais complicada do que habitualmente. Mas isso também torna a coisa mais desafiante para todos nós".

Na conferência de imprensa que aconteceu poucos minutos depois da estreia de "Cristina ComVida", a apresentadora explicou também porque desabou em lágrimas à passagem de um avião com a mensagem "Cristina, o sonho começa agora". "Esta não me passou pela cabeça e a equipa resolveu dar-me este miminho. Foi o inesperado que me fez soltar as lágrimas. Senti aquilo que sentem os concorrentes quando estão fechados dentro de uma casa. De repente há alguém que lhes está a dizer 'força, bora lá, estamos juntos'". 

Veja as fotos da estreia de "Cristina ComVida"

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