
Em 2017, houve Utopia e as suas flautas mágicas, êxtase naturalista, euforia pós-separação. Em 2022, veio Fossora, um mergulho na terra e nas redes de fungos que ela esconde, agregador de batidas techno e clarinetes. O espectáculo Cornucopia vai juntar “estes dois mundos”, como lhes chama Björk, na Altice Arena, em Lisboa, esta sexta-feira. Estreado em Nova Iorque, em 2019, “Cornucopia foi sempre pensado com a intenção de se tornar um mundo tanto para Utopia como para o álbum que viria depois”, segundo a cantora.
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Do ambiente a zing, boom!: um glossário para decifrar Björk - Público
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