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Tuesday, July 19, 2022

Diana Chaves comete nova “gaffe” e deixa João Baião e a equipa a rir: “Diz lá outra vez& ... - Hiper Fm

Nesta terça-feira, 19 de julho, foi para o ar mais um “Casa Feliz”, conduzido por Diana Chaves e João Baião, na SIC. A emissão de hoje começou com um ‘duelo’ entre os dois apresentadores na cozinha.

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Diana Chaves decidiu confecionar um Pica-pau de atum e um outro de carne, ao passo que João Baião preparou um Manjar de côco com calda de ameixa.

A dada altura, e quando explicava a receita, Diana Chaves fez afirmação ‘traiçoeira’ e que não passou despercebida entre a equipa: “Tive a picar’alhos”, referiu.

Perante as gargalhadas dos colegas e até mesmo do parceiro televisivo João Baião, a apresentadora mostrou-se perplexa e sem entender o que havia dito.

“O que é que foi? O que é que eu disse? Eu não disse nada desta vez, não venham com coisas… Eu já tenho medo de falar quando venho cozinhar”, referiu.

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Divertido, o comunicador decidiu brincar com a colega e ‘sugeriu’ que dissesse de novo a frase. “Não, não disseste nada, só disseste “tive a picar alhos”… nada… diz lá outra vez”.

Veja aqui o momento, ao minuto 44:30.

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Diana Chaves comete nova “gaffe” e deixa João Baião e a equipa a rir: “Diz lá outra vez& ... - Hiper Fm
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José Luís Cardoso partilha nova foto com a namorada: "Por cada dia que passa ficamos mais próximos" - Fama Show

No início deste mês, José Luís Cardoso assumiu que está numa nova relação. Desde então, o ex-participante de Casados à Primeira Vista tem partilhado várias fotografias ao lado da namorada nas redes sociais. Esta segunda-feira, 18 de julho, não foi exceção.

José Luís Cardoso foi, na companhia de Teresa Fernandes, assistir a um desfile de moda na Figueira da Foz. O Conde aproveitou a ocasião para escrever algumas palavras sobre este novo amor na sua página de Instagram.

APAIXONADO, JOSÉ LUÍS CARDOSO DE ‘CASADOS À PRIMEIRA VISTA’ OFERECE PRESENTE À NAMORADA

“Por cada dia que passa ficamos mais próximos, mais sólidos na relação e naturalmente o amor acontece”, afirmou.

Reprodução de Instagram, DR

JOSÉ LUÍS CARDOSO DE ‘CASADOS’ CHEGOU A PESAR MAIS DE 100 QUILOS. EIS O INCRÍVEL ANTES E DEPOIS

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José Luís Cardoso partilha nova foto com a namorada: "Por cada dia que passa ficamos mais próximos" - Fama Show
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Sem carne, Geranium de Copenhaga é o melhor restaurante do mundo. Belcanto de Avillez segura top 50 - Público

Já era apontado como um dos favoritos, juntamente com outros restaurantes que, em 2021, tinham alcançado os lugares de topo da lista dos 50 melhores restaurantes do mundo, e a cerimónia realizada em Londres acabou por confirmá-lo. O Geranium, de Copenhaga, alcançou o topo da lista dos The World’s 50 Best Restaurants. Liderado pelo chef Rasmus Kofoed – foi o primeiro chef na Dinamarca a conquistar as três estrelas Michelin –, subiu do segundo (2021) para o primeiro lugar, confirmando o reconhecimento da gastronomia dinamarquesa a nível internacional.

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Monday, July 18, 2022

Jennifer Lopez e Ben Affleck casaram-se no fim de semana. As imagens - Notícias ao Minuto

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  1. Jennifer Lopez e Ben Affleck casaram-se no fim de semana. As imagens  Notícias ao Minuto
  2. Ben Affleck e Jennifer Lopez dão o nó em Las Vegas  euronews (em português)
  3. À segunda é de vez: Jennifer Lopez e Ben Affleck casaram este fim de semana  MAGG
  4. Jennifer Lopez e Ben Affleck. Tudo sobre o casamento do ano  Máxima
  5. Ver cobertura completa no Google Notícias

Jennifer Lopez e Ben Affleck casaram-se no fim de semana. As imagens - Notícias ao Minuto
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Sismo de magnitude 9 na escala de Anitta fechou o Marés - Jornal de Notícias

Anitta foi o peso pesado da 14.ª edição do Marés Vivas, que terminou na noite passada, em Gaia. Aos jornalistas, a artista falou sobre a importância de apostar na música de língua portuguesa e deixou no ar a vontade de fazer um espetáculo em nome próprio em Portugal.

Não foi preciso olhar para o cartaz do último dia do Marés Vivas para descobrir a atração principal. As purpurinas, os batons brilhantes, os tops e calções a deixarem à mostra a pele morena e os corpos despudorados a abanarem-se para cima e para baixo deixavam adivinhar que o terramoto Anitta estava para chegar. Larissa de Macedo Machado, assim nascida, é, aos 29 anos, a artista brasileira da atualidade com maior sucesso internacional e por isso, sem surpresas, está sempre debaixo de fogo. Se mostra o rabo, chamam-lhe cantora-porno. Se dá apoio público a Lula e critica Bolsonaro, dizem que "está se achando". Se fala sobre endometriose, é porque agora está na moda. Se exibe uma bandeira espanhola em solo português - como aconteceu no Rock In Rio, quando fez a vontade a uma fã espanhola -, chamam-lhe burra e ingrata. "Gente, eu sei bem qual é a bandeira de Portugal", voltou a repetir ontem, num concerto dinâmico e vigoroso em que distribuiu amor a "todos os fãs portugueses, brasileiros e de qualquer outro país".

Não é novidade que o puritanismo afeta sobretudo as mulheres, ainda mais as fisicamente livres e empoderadas, e Anitta é só mais um exemplo do preconceito bafiento que vê com maus olhos e más línguas o uso da imagem corporal. E com piores ainda a tomada de posições políticas e sociais de alguém que é conhecida pelas performances lascivas e as letras hipersexualizadas, como se tivesse de escolher só uma versão de si. Anitta está cá para mostrar que não: no palco, foi carnal, física e sensual, abanando a anca e as nádegas e encostando-se eroticamente aos corpos dos bailarinos; no fim, conversando com os jornalistas, de forma muito simpática e acessível, falou de política nacional e das ameaças à liberdade religiosa, sexual e de género no Brasil.

Mesmo sem grandes interações com o público no último concerto da digressão - o facto de ter atuado a seguir à comunicativa Jessie J salienta a pequena lacuna -, Anitta teve sempre os fãs na mão. Jovens raparigas e rapazes imitavam-lhe os jeitos e dançavam como ela, filmando-a sem pudor no zoom. Numa voz que está longe de ser espetacular, cantou em português, inglês e espanhol, correndo os vários álbuns, com "Sua cara", "Envolver", "Gata" e uma lista de onda funk, com pós de bachata, reggaeton e eletrónica, que só acabou com "O Show das Poderosas", que a catapultou para a fama em 2013. De resto, línguas de fora, movimentos de fazer o chão tremer, uma muda de roupa, efeitos nos ecrãs dispensáveis (pioraram a experiência visual para quem só conseguia ver a brasileira através deles) e um cansaço extremo que só se notou no atraso do concerto, nunca na atuação. "Estava a sentir-me muito mal antes. Os médicos deram-me soro e a pica aumentou", disse mais tarde, destacando, na conferência de imprensa informal, o valor do idioma português e partilhando a intenção de realizar um espetáculo em nome próprio em Portugal.


Horas ao sol, tatuagens e cadeira de rodas por Anitta

A estrela sul-americana bem pediu aos fãs para não assentarem arraiais horas antes do início do concerto, avisando-os, no Twitter, de que a espera ao sol e sem comer não era saudável, mas eles não ligaram e não descolaram das grades até à noite. Élia já tinha "o choro programado", Miguel exibia a tatuagem que fez em homenagem à artista (planeia fazer mais duas), Daniela estreou-se como festivaleira e comprou o bilhete mal saiu. Para Raquel, o concerto foi uma espécie de despedida de solteira oferecida pelas amigas. O JN foi encontrá-la no meio dos fãs, numa cadeira de rodas, por causa de um acidente que sofreu um minuto depois de receber o bilhete como prenda. De tão contente que ficou com a ideia de ver o ídolo ao vivo, deu um mergulho na piscina, mas magoou o pé e teve de levar dez pontos. "Num momento estava a chorar de alegria, no outro de tristeza", contou a felgueirense, que, sem conseguir andar, ficou desolada por achar que não veria a atuação. Benditas as parceiras, que não descansaram enquanto não alugaram uma cadeira de rodas para lhe cumprirem o sonho.


Poder de Jessie J está na voz e em tudo o resto

A legião de fãs de Jessie J era menor que a do fenómeno Anitta, mas não menos intensa e, nas primeiras filas, havia quem chorasse com a cantora britânica, dona de uma das mais afinadas vozes de toda a indústria musical pop. Numa noite que já se anunciava de monopólio feminino, Jessie J foi diva ousada, poderosa e arrojada, em harmonia total com a banda que a acompanhou. De macacão preto transparente com brilhos e uns tacões que só tirou no fim para saltar com o público, a artista entrou no palco como saiu, por entre uma cortina preta ao centro. Não parou de abanar o cabelo, ao estilo secador ou ventoinha, nem de tocar e apontar para a pélvis, ao estilo Michael Jackson. Muito faladora, o vozeirão de "Price Tag", "Domino" e "Do It Like a Dude" pediu aos fãs para não cantarem alto, porque estragariam os vídeos, e que evitassem fazer contacto visual com ela se não soubessem as letras, porque a confundiriam. Brincadeira, disse depois: "Podem fazer o que quiserem. Apenas sejam bons uns para os outros e deixem os telemóveis no bolso. Eu vim aqui para vos ver e vocês para me ver a mim".

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Maria Botelho Moniz fica noiva durante férias nas Maldivas - Correio da Manhã

Maria Botelho Moniz e Pedro Bianchi Prata estão noivos. A notícia foi partilhada pela apresentadora do 'Dois às 10' nas redes sociais.

"Sim, mil vezes sim", escreveu Maria Moniz na legenda de uma fotografia no Instagram. A apresentadora e também atriz foi pedida em casamento durante as suas férias nas Maldivas.

"A vida deu certo", acrescentou ainda Maria Botelho Moniz, onde exibe noutra fotografia o anel de noivado, com um sorriso na cara. 

Maria Botelho Moniz assumiu publicamente a relação com Pedro Bianchi em 2020.

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Sunday, July 17, 2022

Dino d'Santiago foi messias na noite louca da "Malumania" - Jornal de Notícias

Maluma levou fãs à loucura no segundo dia do MEO Marés Vivas, em Gaia, depois de Dino d'Santiago ser o banho sacro de amor que o palco precisava.

Deixem-me apresentá-lo a quem não o conhece, porque quem o conhece não precisa da apresentação: Maluma, o cabeça de cartaz do segundo dia do Marés Vivas, é o novo astro latino da galáxia juvenil que orbita em torno do reggaeton e da música latina. Não é para todos os gostos, mas quem gosta gosta mesmo. Os fãs não vieram para brincadeiras: chegaram ao festival várias horas mais cedo do concerto para garantirem os primeiros lugares e tentarem um autógrafo ou um beijinho.

Daniela Silva e as amigas, que conheceu num espetáculo do artista na esgotada Altice Arena de há três meses, chegaram às 13 horas, apetrechadas com cachecóis e camisolas personalizadas. A elas juntou-se Lúcia Miranda, nascida em Portugal mas a viver desde sempre em Inglaterra, de onde veio "apenas para ver Maluma". E foi também para cumprir esse "sonho" que fomos encontrar Ana e Paulo refastelados em duas cadeiras de campismo, partilhando uma caixa de pizza e a longa espera pelo novo Ricky Martin.


Nascido em Medelín, em 1994, um mês depois de Pablo Escobar morrer nessa mesma cidade colombiana, Juan Luis, conhecido pelo nome de artista, é, aos 28 anos, um ícone desejado pelos fãs. Alguns querem-no, outros querem ser como ele. Eduardo, que veio de Paredes com a namorada, Eliana, descolorou o cabelo de propósito para lhe imitar o estilo. Mas bom... falta-lhe o colar de ouro branco cravejado com 15 mil diamantes com que apareceu no palco, a combinar com o bling bling do suporte do microfone. Uma pessoa normal põe o cão num porta-chaves ou no fundo do telemóvel, Maluma, porque pode, pô-lo num pingente extravagante à volta do pescoço.

A aparição do artista lascivo e luxurioso, entre colunas de fumo, com alguns minutos de atraso, deixou eufóricas sobretudo as fãs, que reagiam com gritos a cada movimento que fazia. Tirou os óculos e elas gritaram, franziu a sobrancelha esquerda e elas gritaram, levantou o braço direito e elas gritaram, mudou de camisola para t-shirt de manga cava e elas gritaram, perguntou pelas "mujeres solteras" e o resto da frase já se sabe.

Acompanhado por oito bailarinas esculturais, com quem foi encenando, ao longo de uma hora e quinze minutos, vários momentos de tensão sexual, Maluma começou e terminou o espetáculo com "Hawái" (do álbum de 2020 "Papi Juancho"), lançando trunfos como "Corazón", "11PM", single de maior sucesso do disco "11:11", e "Felices los Quatro", mas ficou-me a sensação de que poderia ter cantado os parabéns que o público dele ia vibrar na mesma intensidade. E nem o aviso de que o evento era um concerto e não um jogo de futebol - motivado pelos nada surpreendentes clamores dos festivaleiros pela equipa da Invicta - fizeram esmorecer a "Malumania".

A mensagem de Dino d'Santiago

Dino d'Santiago foi Fernando Pessoa: muitos dentro de um só. Foi cantor, bailarino, poeta, foi dos pretos, dos brancos, das mulheres, foi Lisboa, Gaia e Cabo Verde, foi funaná, kizomba e morna, eletrónica, batuque e coladeira. Dino é o profeta que faltava ao país e foi o profeta que faltava ao palco do Marés. Veio para espalhar a mensagem do amor e da igualdade dentro da diversidade e os discípulos beberam do seu cálice, mesmo não percebendo crioulo. "É isto que me motiva, branco com preto, tudo misturado", disse no início de uma atuação arrasadora e familiar, não estivesse ele na cidade onde viveu tantos anos e a ser escutado por tantos amigos.

Sempre sozinho no palco, só com o intensivo jogo de luzes, Dino nunca esteve realmente só quando cantou e sentiu mais de 20 canções dos últimos quatro álbuns. "Africa di Nôs" foi o génesis do livro sagrado que abriu ao público durante uma hora triunfante de concerto e que teve subjacente um só dogma: cachupa, feijoada transmontana e tripas à moda do Porto podem e devem estar na mesma mesa.

Dino d'Santiago cantou pela alma, dançou com o coração e pediu sempre mais energia ao público por onde irrompeu. Perdão, não foi energia que pediu - foi "mais tusa", porque "estamos no Porto". E o público deu-lha muitas vezes, tanto em "Nova Lisboa", hino à Lisboa aculturada, como na récem-lançada "Mbappé" ou em "Kriolu", no fim. Pelo meio, o músico, que é também uma espécie de messias, foi dando alguns sermões aos peixes: "Em tempos de guerra, uns são seres humanos e outros são simplesmente africanos, é preciso um ensaio sobre a cegueira para percebermos que só há uma cor a separar-nos".


Bárbara Tinoco sem medo da multiplicidade

No segundo dia do MEO Marés Vivas, depois de Rita Rocha, que se destacou no "The Voice Portugal", e Fer Lemos, vencedor do programa de talentos "MEO The Search", terem inaugurado a casa, Bárbara Tinoco aqueceu os corações de quem a ouviu ao pôr do sol. Na cantora de 23 anos, que se inaugurou ontem num palco principal de um festival, cabem mais do que uma Bárbara (estranho seria o contrário). E se a suspeita surgiu ao vê-la entrar em palco metade em brilhos, metade em estilo urbano, num cenário lilás e laranja, com um carro voador no fundo, a certeza chegou depois, quando cantou sobre amor e relações mesmo antes de entrar de skate durante a "Gisela" (do álbum "Desalinhados", de 2021).

A também compositora, muito aplaudida pelo público, não tem vergonha de dizer que todas as suas músicas são "deprimentes" - há ali, sem dúvida, uns pozinhos de Adele -, mas também não tem pudor em erotizar letras, como em "Devia ir" ou "Advogado". A verdade é que a "menina desastrosa" cresceu, virou "artista" e agora até põe rapazes a cantar os temas que fez por causa deles, "Sei lá", "Cidade" e demais baladas românticas.

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Dino d'Santiago foi messias na noite louca da "Malumania" - Jornal de Notícias
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